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O que quer dizer «cópia de segurança» e porque vale a pena fazê-la

Uma explicação em palavras simples do que é uma cópia de segurança das fotografias, onde fica guardada e como a pode fazer no telemóvel e no computador, sem pressa e sem termos técnicos.

Helena Marques · · 5 minutos de leitura

O que quer dizer «cópia de segurança» e porque vale a pena fazê-la

Uma expressão que ouvimos muito nas aulas

Quando falamos de fotografias nas aulas, há uma expressão que aparece quase sempre: cópia de segurança. Soa a coisa de técnicos, mas o conceito é tão antigo como guardar uma fotografia revelada numa gaveta e outra cópia em casa de um familiar.

Uma cópia de segurança é simplesmente um segundo exemplar das suas fotografias, guardado noutro sítio que não o telemóvel. Se o telemóvel cair à água, for roubado ou deixar de ligar, as imagens da família continuam em segurança nesse outro lugar.

Escrevo estas linhas em pleno verão, quando as fotografias de férias, de netos na praia e de almoços ao ar livre enchem a memória do telemóvel. É precisamente nesta altura do ano que mais pessoas nos perguntam o que fazer para não perder nada.

O que não é uma cópia de segurança

Muitas pessoas acreditam que já têm cópia das fotografias só porque as enviaram a alguém por mensagem ou as veem numa aplicação. Não é bem assim. Uma fotografia enviada por mensagem costuma chegar mais pequena e com menos qualidade, e deixa de estar ao seu alcance se a conversa for apagada.

Também não é cópia de segurança ter as fotografias duas vezes no mesmo telemóvel, numa pasta e noutra. Se o aparelho avariar, perdem-se as duas ao mesmo tempo. A ideia central é a separação: o segundo exemplar tem de viver fora do aparelho original.

Por fim, mover as fotografias não é o mesmo que copiá-las. Se as passar do telemóvel para o computador e apagar as originais, ficou com um só exemplar, apenas noutro sítio. Copiar significa que ficam sempre dois.

  • Enviar por mensagem não substitui a cópia
  • Duas pastas no mesmo telemóvel contam como uma só
  • Mover não é copiar: guarde sempre dois exemplares

Onde pode ficar guardada a segunda cópia

Existem três caminhos comuns, e nenhum é obrigatório. O primeiro é o computador: liga o telemóvel por cabo, abre a pasta das imagens e copia as fotografias para uma pasta com um nome que reconheça, por exemplo o ano e o acontecimento.

O segundo é um disco externo ou uma pen, que se compra numa loja de informática e se pode guardar numa gaveta. É uma solução palpável, que muitos dos nossos alunos preferem porque podem pegar nela com a mão.

O terceiro é o espaço online que o próprio telemóvel oferece, ligado à sua conta. As fotografias seguem sozinhas quando há rede wifi. Tem a vantagem de ser automático, mas exige uma conta e alguma atenção às definições. Nas aulas mostramos cada caminho no seu aparelho, e escolhe aquele com que se sente mais à vontade.

Um método simples, em quatro gestos

Para quem está a começar, sugerimos um hábito curto que cabe numa tarde calma. Primeiro, escolha o sítio da segunda cópia. Depois, ligue o telemóvel ao computador ou ative a opção da conta online, conforme a sua escolha.

Em seguida, copie as fotografias e abra a pasta de destino para confirmar que as imagens lá estão e que se abrem. Este passo de verificação é o que mais se esquece, e é o que dá tranquilidade: uma cópia que nunca foi aberta é uma cópia de que não podemos ter certeza.

Por último, marque um lembrete para repetir de vez em quando, por exemplo no fim de cada estação do ano. Não precisa de ser uma tarefa pesada: se copiar pouco e com regularidade, o trabalho nunca se acumula e a memória do telemóvel respira melhor.

  • Escolher onde guardar a segunda cópia
  • Ligar o telemóvel ou ativar a conta online
  • Copiar e abrir a pasta para confirmar
  • Repetir ao fim de cada estação

Dúvidas que surgem a meio do caminho

Uma pergunta frequente é se, depois de copiar, pode apagar as fotografias do telemóvel para libertar espaço. Pode, desde que tenha aberto a cópia e visto que as imagens estão lá. Convém apagar por grupos pequenos, para não se enganar.

Outra dúvida é sobre a segurança. Quem usa o espaço online deve proteger a conta com uma palavra-passe só sua. Na escola nunca lhe pedimos palavras-passe nem códigos que receba por mensagem, e ensinamos a mantê-los em segredo, mesmo perante quem o ajuda.

Há ainda quem receie estragar alguma coisa. A cópia é uma operação segura: o telemóvel não perde nada ao ser copiado. Se tiver receio, faça o primeiro ensaio com poucas fotografias e veja como corre antes de avançar com todas.

Como a aula de fotografias trata este tema

Na nossa aula dedicada às fotografias, a cópia de segurança surge depois de aprender a tirar e a organizar as imagens. Trabalhamos com o seu próprio telemóvel ou computador, ao seu ritmo, e fazemos a primeira cópia em conjunto, passo a passo.

Quem prefere acompanhamento individual pode marcar uma aula de 60 minutos, ajustada às suas dúvidas. Quem gosta de aprender com outros pode optar pelo curso em grupo. Em qualquer dos casos, o objetivo é que saia a saber repetir o processo sozinho em casa.

Uma cópia de segurança é apenas um segundo exemplar das suas fotografias, guardado fora do telemóvel e aberto uma vez para confirmar que funciona. Escolha o caminho que lhe der mais confiança, repita-o de vez em quando e as memórias deste verão ficam protegidas. Se preferir fazer o primeiro ensaio acompanhado, estamos à sua disposição na escola, em Vila Nova de Gaia.

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Escola privada em Vila Nova de Gaia que ensina adultos com mais de 55 anos a usar telemóveis, computadores e serviços online com calma e clareza.

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